A PetroRio deu início à segunda fase do Plano de Revitalização do Campo de Polvo, com a perfuração de três novos poços e investimento inicial de US$ 20 milhões. A cifra pode chegar a US$ 50 milhões, dependendo dos resultados obtidos.

O tempo estimado para a conclusão das três perfurações é de seis meses. Porém, ao longo da campanha, a PetroRio manterá o mercado informado sobre possíveis descobertas comerciais nos poços prospectados.
As perfurações têm como objetivo dar continuidade à bem-sucedida Fase 1, realizada no primeiro trimestre de 2016, cujo resultado foi o aumento de 20% na produção e volumes de reservas do Campo.
“A PetroRio está confiante que esta etapa da revitalização de Polvo será um excelente investimento para a Companhia e, dependo dos resultados obtidos, potencialmente poderá estender a vida econômica de Polvo em 5 anos, até 2026”, disse Nelson Queiroz Tanure, CEO da PetroRio.

Segundo o executivo, esses novos investimentos em Polvo reforçam o posicionamento da companhia como especialista na recuperação de campos em produção no país, buscando inovações técnicas, novas tecnologias, aumentando o fator de recuperação e, consequentemente, estendendo a vida econômica de campos maduros.

SONDA PRÓPRIA

As perfurações em Polvo serão feitas pela sonda de propriedade da Companhia, que é parte integrante da plataforma fixa de Polvo (Polvo-A). Desta forma, estima-se que os custos de perfuração em Polvo são 65% menores que as praticadas no mercado, caso tivesse que alugar equipamento de terceiros.

REDUÇÃO DE ROYATIES

Em relação ao pedido de redução de royalties feito à ANP, a PetroRio aguarda ainda uma definição sobre a redução para um patamar de 5%. A Companhia acredita que em breve deverá receber uma sinalização positiva quanto ao pleito solicitado.

O pedido de redução de royalties tem base na legislação vigente e permitirá novos investimentos em campos maduros ou áreas de maior risco geológico, tornando essas reservas viáveis economicamente.
Desse modo, haverá um estímulo ao desenvolvimento da indústria do petróleo em diversas regiões do país e o prolongamento da vida útil de campos já em produção, aumentado o fator de recuperação de reservas já provadas que ficariam debaixo do solo, o que possibilita, no longo prazo, um aumento substancial da arrecadação de royalties por estados, municípios e a União.

 

Fonte: PetroRio

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